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Política

Saiba quem é Eduardo Gomes, candidato ao Senado por Tocantins

O senador Eduardo Gomes (PL) aparece entre os principais nomes na disputa por uma das duas vagas ao Senado Federal por Tocantins nas eleições de 2026. Ele soma 31,2% das…

Saiba quem é Eduardo Gomes, candidato ao Senado por Tocantins

O senador Eduardo Gomes (PL) aparece entre os principais nomes na disputa por uma das duas vagas ao Senado Federal por Tocantins nas eleições de 2026. Ele soma 31,2% das intenções de voto.

Na sequência, aparece Alexandre Guimarães (MDB), com 25,1%, e Carlos Gaguim (União Brasil), com 16,7%. O levantamento foi realizado pelo Paraná Pesquisas e publicado em julho.

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Para marcar o início da campanha eleitoral no dia 16 de agosto, Eduardo compartilhou um vídeo no Instagram convocando os eleitores. Na legenda, ele completou: “A caminhada é grande. E vai ser gigante”.

Carreira

Eduardo Gomes iniciou sua militância na política na década de 1980, durante a criação e consolidação do Tocantins. Sua primeira função pública foi como Secretário Municipal de Educação no município de Xambioá (TO).

Sua carreira política começou na Câmara Municipal de Palmas (TO). Gomes foi vereador da capital do estado de 1997 a 2003. Em seguida, atuou como deputado federal de 2003 a 2015.
 
Nas eleições de 2018, foi eleito senador da República com mais de 248 mil votos, consolidando-se como o candidato mais votado do estado. No Senado, assumiu a Liderança do Governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional.
 
Ao longo de sua trajetória partidária, passou por PSDB, Solidariedade, MDB e, mais recentemente, o PL.

Investigações

Gomes passou a ser investigado em apurações da Polícia Federal (PF) por suposto direcionamento e repasse de emendas parlamentares destinadas à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e à liberação de recursos do orçamento federal para municípios.
 
A PF apura o suposto favorecimento de empresas terceirizadas e potenciais irregularidades na execução de obras. Além disso, também houve questionamentos sobre o uso de recursos de cotas parlamentares para pagamento de serviços de divulgação na imprensa regional.

Até o momento, os inquéritos instaurados pela PF estão tramitando sob fiscalização do STF e da Procuradoria-Geral da República. Gomes sempre negou ter cometido irregularidades, alegando que as emendas foram indicadas conforme determina a lei e o regimento do Congresso.

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